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Blog de admin


A união do Facebook com agências de fact-cheking compostas por jornalistas militantes de esquerda, que promete “verificar” quais são as informações de confiança que circulam pela plataforma, tem outro objetivo escuso: a censura ao pensamento político da direita.

Em vídeo, o fundador do Movimento Brasil Livre Renan Santos explicou a situação. Assista:


Os jornalistas Bernardo Küster, Joice Hasselmann e Rodrigo Constantino também falaram sobre o caso. Veja:



O caso é gravíssimo e pede ação imediata dos setores da direita.



Uma peça teatral que ocorreu em Planaltina, no Distrito Federal, tinha o objetivo de discutir a sexualidade, com a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e à gravidez na adolescência. Porém, a presença de um “pênis gigante” e os cânticos “pega, pega minha rola”, feitos pelos atores responsáveis, causou constrangimento à direção do Centro de Ensino Fundamental 03 de Planaltina.

Aproximadamente 150 estudantes, de 14 a 16 anos, viram a peça de teatro na manhã dessa terça-feira (8), intitulada “O Auto da Camisinha”, da Hierofante Companhia de Teatro, de Ceilândia. No momento em que as fotos e vídeos da apresentação começaram a ser compartilhados, começou-se uma grande revolta por parte de pais e outras pessoas. Alguns comentários eram favoráveis à peça, dizendo que era uma ferramenta pedagógica para falar dos temas nas instituições de ensino.


A coordenação da escola disse que foi pega de surpresa no momento da apresentação, já que não havia sido comunicada sobre o conteúdo da peça. A escola afirma que a ideia era promover, de forma lúcida, a discussão de problemas envolvendo a saúde sexual.

“Ressaltamos que o tema faz parte do currículo oficial da Secretaria de Educação e a parceria primava pela informação no contexto educacional. Ao tratar do tema orientação sexual, busca-se considerar a sexualidade como algo inerente à vida e à saúde, que se expressa desde cedo no ser humano”, diz trecho de nota da escola.

Ainda de acordo com o CEF 03, “engloba o papel social do homem e da mulher, o respeito por si e pelo outro, as discriminações e os estereótipos atribuídos e vivenciados em seus relacionamentos, o avanço da Aids e da gravidez indesejada na adolescência, entre outros, que são problemas atuais e preocupantes. Em nenhum momento o material entregue pela companhia teatral explicitava cenas com teor pornográfico. A escola não teve acesso prévio às imagens, figurinos e trilha sonora utilizadas na apresentação. Somente o roteiro da peça foi disponibilizado não se evidenciando, em nenhum momento, um teor pornográfico ou de incentivo à prática sexual”.

De acordo com nota da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), “houve um erro, por parte da direção do CEF 03 de Planaltina, ao permitir, sem avaliação prévia de conteúdo, uma apresentação de teatro com a temática de prevenção de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e gravidez na adolescência”. O órgão ainda reforça que “a peça foi sugerida pela própria companhia de teatro, não houve custo para a escola e também não foi submetida à análise da pasta.”

A companhia de teatro afirmou que “esse espetáculo existe há 20 anos e já foi encenado mais de 600 vezes, inclusive em outros países. Ele é interpretado em cordel de forma lúdica para falar sobre a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e não tem nada de vulgar. Não queríamos usar um órgão sexual do tamanho natural justamente para evitar essa vulgarização”.

Sobre a música “A Rolinha”, de Selma do Coco, de 1996, os organizadores dizem que tema de Carnaval no ano seguinte ao lançamento e não tem malícia, da forma como foi divulgado e que processarão os responsáveis pela divulgação do vídeo. “As pessoas distorcem o espetáculo sem antes mesmo conhecê-lo. Somos simples e diretos para atingir os adolescentes. A peça é aberta e quem quiser se retirar não tem problema, mas não é isso que ocorre. Os jovens gostam”, diz Anderson Floriano produtor, diretor, gestor e ator da companhia teatral.

Este é o resultado da engenharia social de viés ideológico da globolixo na mente em formação
‘Vai, Faz a Fila’, de Mc Denny, diz: ‘Se você pedir pra mim parar, não vou parar. Porque você que resolveu vir pra base transar’

Mais um funk que faz apologia do estupro deve ser retirado do Spotify. A faixa Vai, Faz a Fila, de Mc Denny, que conta com mais de 3 milhões de reproduções no site de streaming, foi alvo de denúncias dos usuários, mesmo caso de Só Surubinha de Leve, de Mc Diguinho, excluída da plataforma na quarta-feira. Por enquanto, a música continua disponível no serviço e está em negociação com a distribuidora para ser retirada. No Deezer, a faixa já não faz parte do catálogo desde a noite desta quinta-feira 18.

Na letra de Vai Faz a Fila, o Mc diz: “Vou socar na tua b***** sem parar. E se você pedir pra mim parar, não vou parar. Porque você que resolveu vir pra base transar. Então vem cá, se você quer, você vai aguentar”.

Tanto Vai Faz a Fila quanto Só Surubinha de Leve foram alvo de uma nota de repúdio emitida em conjunto pela Secretaria Nacional de Política para Mulheres e o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher. “Para apuração e responsabilização quanto aos possíveis crimes praticados, a SPM solicitou ao Ministério Público Federal e ao Fórum Nacional de Juízes de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher providências cabíveis”, diz o texto, divulgado na quinta-feira. “A música é uma manifestação cultural legítima, mas não pode ser ferramenta incentivadora de crime, sendo necessária a tomada de providências legais contra autores, interpretes e divulgadores.”

Tanto o Spotify quando a Deezer são abastecidos pelas próprias gravadoras e distribuidoras, responsáveis por adicionar ou retirar as canções. Ao saber do conteúdo de Só Surubinha de Leve, ambas as plataformas avisaram a distribuidora, que tirou a faixa do ar. A canção também foi excluída da página do YouTube Legenda Funk, onde tinha 14 milhões de visualizações. O mesmo pedido foi feito para a distribuidora de Vai, Faz a Fila.



Novo hit de Anitta, “Vai Malandra” desagradou o historiador Marco Antonio Villa, comentarista da rádio Jovem Pan, que toca os sucessos da cantora com frequência. Nesta terça-feira (9), ele fez duras críticas à música, ao clipe e à artista durante o “Jornal da Manhã”. Para o historiador, “Vai Malandra dá nojo” e “Anitta é o melhor exemplo da decadência cultural do Brasil”.

“Nós vivemos uma decadência cultural. É inquestionável, inegável. A ignorância se transformou em política oficial. Quanto mais medíocre melhor. Eu pego como exemplo essa moça. A cantora Anitta é o melhor exemplo da decadência cultural do Brasil. A música ‘Vai Malandra’ e o vídeo são umas das coisas mais reacionárias que eu vi na minha vida. A desqualificação da mulher é um absurdo. Não vou chamar de versos na letra, que seria exagero. Ela está com uma bota com a bandeira do Brasil”, criticou Villa.

“Observe que há toda uma mercantilização do corpo da mulher e uma idealização da favela, que é favela mesmo, não é comunidade. É favela. Nós não podemos pelo nome transmudar, através de uma palavra, uma vergonha nacional, que é a existência das favelas. As pessoas não podem morar naquelas condições de vida terríveis, naquele espaço marcado pelo crime, não pode. As pessoas têm que morar em condições adequadas. Morar ali é impossível, e não há meio de reformá-las. O vídeo dá nojo, dá nojo, dá asco. Chamaram isso do ‘novo hino nacional brasileiro”, completou.

Marco Antonio Villa também recitou “Vai Malandra” e afirmou que é uma vergonha Anitta representar o Brasil pelo mundo.

“Bons tempos quando a Anita era Garibaldi. Agora, Anitta é da elite brasileira! A elite gosta da Anitta! Sim, é uma elite medíocre, medíocre, que odeia cultura, odeia museu, odeia patrimônio histórico. É a elite da Anitta, rastaquera, ignorante. E essa moça representa o Brasil. No último Grande Prêmio de Fórmula 1, ela cantou o Hino Nacional. Eu sugeri que neste ano seja Pabllo Vittar. É, já que é para escrachar, vamos escrachar o país! É uma vergonha dizer que essa senhora nos representa”, concluiu.



Menina chama atenção para a letra da música “Surubinha de leve”, do MC Diguinho fazer apologia a cultura do estupro

A postagem no Facebook de uma estudante da Paraíba chamando a atenção para a música que pode ser hit do Carnaval em 2018 viralizou na rede social. A menina aparece em uma foto segurando um trecho da música de funk “Surubinha de leve”, do MC Diguinho. Ela está com o rosto maquiado como se tivesse sido agredida e chamando atenção para a música fazer apologia ao crime de estupro.

“Sua música ajuda para que as raízes da cultura do estupro se estendam. Sua música aumenta a misoginia. Sua música aumenta os dados de feminicídio. Sua música machuca um ser humano. Sua música gera um trauma. Sua música gera a próxima desculpa. Sua música tira mais uma. Sua música é baixa ao ponto de me tornar um objeto despejado na rua”, escreveu a menina na rede social.

A postagem já teve quase 90 mil compartilhamentos, em menos de 24 horas e 22 mil curtidas. A letra d música diz: “Taca a bebida, depois taca a pica / E abandona na rua”. A postagem está causando divergências pelo Facebook, há quem discorde da menina dizendo que o crime de estupro sempre existiu independente da letra do funk. Já outras pessoas concordam com ela e dizem que a música sustenta o machismo.

Na sua página oficial o MC Diguinho ainda não se pronunciou sobre o caso. A reportagem de O TEMPO também tentou contato com o músico pelo telefone na sua rede social, mas o celular estava desligado.

Sua música ajuda para que as raízes da cultura do estupro se estendam. Sua música aumenta a misoginia. Sua música aumenta os dados de feminicídio. Sua música machuca um ser humano. Sua música gera um trauma. Sua música gera a próxima desculpa. Sua música tira mais uma. Sua música é baixa ao ponto de me tornar um objeto despejado na rua.